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domingo, 13 de maio de 2012

[VÍDEOS] Media Maratón del Glaciar

Olá amigos, a seguir vocês poderão acompanhar alguns vídeos da Meia Maratona dos Glaciares, desde o vídeo oficial da organização do evento até vídeos que eu fiz com a minha câmera no Parque Nacional dos Glaciares. 

VÍDEOS OFICIAIS






MEUS VÍDEOS





MEDALHA DA MEDIA MARATÓN DEL GLACIAR


No próximo relato contarei a experiência de ter corrido no Autódromo de Interlagos a noite! Isso mesmo, a etapa paulista da Fila Night Run aconteceu no dia 12/05/12 no Autódromo José Carlos Pace. 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

[PARTE 3] Aventura no El CALAFATE

Mini-Trekking no Perito Moreno (geleiras)
Olá amigos, a minha aventura no frio do “El Calafate” chega ao fim com esta postagem, onde contarei sobre o agradável passeio no Parque Nacional dos Glaciares. Após ter concluído a Meia Maratona e participado da cerimônia de encerramento no dia anterior, acordei bem cedo no domingo, pois ônibus da excursão “mini-trekking” passaria no hotel para me buscar. Tomei um café reforçado, afinal, já havia recebido o aviso de que não havia comércio no local. O tempo que levei para tomar o café e o retorno ao meu quarto foi suficientemente “cronometrado”, pois foi nesse instante o funcionário do hotel me cientificou da chegada do guia de turismo. O hotel em que eu estava hospedado foi a primeira parada do ônibus, logo, consegui escolher o primeiro banco, teria a vista “livre” para curtir a viagem. O ônibus fez parada em diversos hotéis, até que, com praticamente todas as vagas preenchidas, seguiu viagem rumo ao Parque Nacional dos Glaciares.
Já conhecia o caminho, afinal, foi o mesmo do dia anterior para o local da prova, dessa forma, nada de muito novo no percurso, exceto pelo fato de que estava amanhecendo, muito legal acompanhar esse fenômeno da natureza. Em pouco mais de cinquenta minutos já estávamos nas dependências do parque, na portaria, onde um fiscal conferiu se todos os turistas estavam com os seus respectivos ingressos. Seguimos de ônibus por mais alguns quilômetros, até chegarmos aos barcos, que nos conduziria até o local do trekking propriamente dito. Quero lembrar que durante toda a viagem, o guia do passeio fez uma apresentação do local, rico em detalhes, falando em espanhol, seguindo o mesmo roteiro no idioma inglês. Mostrou ter um bom domínio dos idiomas e do conteúdo transmitido aos turistas. Não aparentava estar muito frio, acredito que o número de blusas que eu estava vestindo conseguiu neutralizar as correntes de ar frio (risos). Sem perder tempo, entramos no barco e seguimos uma curta viagem de aproximadamente trinta minutos, porém, o suficiente para eu registrar fotos maravilhosas.
À medida que o barco se aproximava, uma verdadeira “parede” de gelo ganhava forma, uma imagem impressionante, difícil de descrever, nem mesmo as fotos são capazes de retratar a grandiosidade daquilo que eu presenciei. Confesso que as fotos que eu vi pela internet antes a viagem não havia me causado tanto impacto, mas, observando pessoalmente, a poucos metros de distância, realmente me deixou impressionado. Em todas as minhas viagens mundo afora, até então, nunca havia visto uma paisagem natural daquela magnitude, e para aqueles que pretendem um dia conhecer o El Calafate, não podem deixar de assistir esse verdadeiro espetáculo da natureza. Descemos do barco e seguimos por terra o passeio, no entanto, tivemos uma rápida preleção dos guias, admito que não prestei muito atenção, pois estava “atordoado” com aquele cenário. Ainda pude deixar as minhas coisas numa espécie de guarda-volumes do “Zé Colméia” (risos), era uma casa toda revestida em madeira que tinha o propósito dos turistas guardarem os seus pertences e seguir o trekking sem ter a necessidade de carregar muito peso.
A melhor parte do passeio começou a partir do momento em que paramos numas barracas próximo às geleiras, onde teríamos que colocar um equipamento por baixo do tênis para poder caminhar no gelo. Uma espécie de “sapatilha” com cravos de ferro, que diziam ser a melhor forma de aderência ao caminhar naquelas circunstâncias. Feito isso, iniciamos a caminhada sobre o gelo, uma experiência nova para mim, e também desafiador. Outra exigência para estar ali é o uso de luvas, afinal, o contato da pele numa eventual queda, poderia causar sérios problemas (pele grudaria no gelo e causaria um acidente sem precedentes). Perdi as contas de quantas fotografias eu tirei num curto espaço de tempo, tudo ali precisava ser registrado, não queria perder um segundo lugar. Dois guias nos acompanharam, eles eram muito pacientes, paravam a todo o momento para que pudéssemos apreciar a vista e fotografar. Ao atingirmos um certo ponto da caminhada no gelo, fomos presenteados com uísque e alfajor, sendo que tínhamos a opção de tomar acompanhado com gelo extraído da própria geleira. Foi muito divertido, todos brindaram e é claro, esvaziaram as garrafas! (risos). Depois disso, retornamos pelo caminho que iniciou o passeio.
Regressamos de barco até o local onde o ônibus havia nos deixado pela manhã, o passeio ainda não havia terminado, seguimos até o local da chegada da meia maratona, um ponto bem alto no Parque Nacional dos Glaciares. Lá, teríamos a oportunidade de observar o “Perito Moreno” (nome original da geleira) sob outro ângulo. Desci vários lances de escadas e segui por longos corredores, sempre procurando o melhor local para fotografar. Detalhe interessante: o percurso total era de aproximadamente cinco quilômetros, sendo três em direção ao sul e dois em direção ao norte. O lado norte já conhecia pelo passeio de barco, portanto, segui pelo lado sul. Como não poderia ser diferente, obtive fotos maravilhosas, todas em alta definição e sem “terceiros” na imagem, ou seja, todas as fotos saíram “limpas”. Não falei da temperatura, estava frio, porém, com o número de blusas que estava vestindo, cheguei a sentir calor de tanto caminhar e caminhar naquele passeio (risos). Nisso, o relógio já batia quase dezesseis horas, ainda encontrei a Ana (que correu comigo) num outro grupo de turistas realizando o mesmo passeio.          
E assim terminou o excelente passeio pelo Parque Nacional dos Glaciares, ao chegar ao hotel, descansei um pouco e, ao anoitecer, fui ao centro da cidade procurar um lugar para jantar. Tive a oportunidade de experimentar o famoso sorvete de “El Calafate”, tradicional da região e “obrigatório” a todo turista que passar por lá. Antes de dormir, arrumei as minhas malas, pois o retorno ao Brasil seria no dia seguinte (segunda-feira). Acordei bem cedo, tomei um rápido café e em poucos minutos o translado já estava no hotel para me levar ao aeroporto. Não entrarei em detalhes no retorno, pois deixarei os leitores saborearem as fotos que tive a rara oportunidade de tirar no Parque Nacional dos Glaciares.
Resumo da viagem: uma experiência incrível. Foi a terceira vez que fui á Argentina, até então já conhecia Buenos Aires (ocasião da Meia Maratona em 2008) e a Villa La Angostura (Maratona K42 em 2009). Correr a primeira edição da “Media Maratón del Glaciar”, foi sensacional, por todos os motivos possíveis, afinal, ser um dos brasileiros a fazer parte de um evento inédito até para os próprios argentinos, sem dúvidas, é algo a ser lembrado para toda vida. Nunca havia corrido com variantes de temperatura: sol, chuva, flocos de neve, vento, arco-íris, asfalto seco, asfalto molhado, subidas íngremes no final da prova, um verdadeiro silêncio durante todo o percurso, coisa rara hoje em dia, independente da distância ou tipo de corrida. A organização foi impecável do início ao fim: congresso técnico, trabalho muito bem feito durante a prova e o encerramento, com a cerimônia de premiação e fotos e vídeos feitos no percurso. Já fiz provas inesquecíveis, como a Maratona de Paris (2010) ou mesmo a Maratona de Florença (2010), tenho ótimas recordações de todas, mas quero deixar registrado como essa Meia Maratona dos Glaciares me impressionou, por todo o cenário em que ela ocorreu. Fica a dica, quem puder não deixe de participar, certamente haverá próximas edições, a organização prometeu a 2ª edição para 2013.
Agradeço a todos que acompanharam as duas primeiras partes no blog e também a paciência por terem esperado o fechamento dessa maravilhosa viagem. Na próxima postagem, colocarei alguns vídeos (bem amadores) que fiz no local, mais uma fonte para vocês se inspirarem a encarar esse grande desafio no futuro. Um grande abraço a todos!


GALERIA DE IMAGENS

Lembrando que todas as imagens foram feitas por mim, com a minhas câmeras Nikon e Sony, espero que gostem!

domingo, 22 de abril de 2012

[PARTE 2] Aventura na ARGENTINA

Congresso Técnico e a Meia Maratona dos Glaciares

Olá amigos,

Continuando, na sexta-feira (13/04/12), ocorreu o Congresso Técnico (ou Reunião Técnica), no salão de conferências do Hotel Los Alamos. Com início marcado para as 19h00min, cheguei um pouco antes para pegar um bom lugar. Antes de começar, corredores de vários países posaram para fotos com suas respectivas bandeiras, curioso foi quando argentinos, uruguaios e venezuelanos pediram para serem fotografados com a bandeira do Brasil. Lá encontrei a Ana, que estava acompanhada com a mãe, tiramos várias fotos e marcamos de jantar ao término da reunião. Os organizadores fizeram a apresentação da prova, agradeceram as autoridades locais que autorizaram a realização da prova, aos atletas inscritos (havia oito países representados), e também aproveitaram para divulgar a Meia Maratona das Cataratas do Iguaçu, onde “rasgaram” elogios aos projetos de parceria com o Brasil na questão da preservação e melhorias das reservas ambientais no qual Brasil e Argentina fazem são signatários (e também por fazerem fronteira).

Kit de participação
Local do Congresso Técnico
Local do Congresso Técnico
Falando sobre a prova, apresentação foi feita toda no idioma espanhol (não tive problemas para compreender), juntamente com a meia maratona haveria uma prova de 10Km, a largada seria única para as duas modalidades pontualmente as 11h00min, a temperatura estaria na faixa dos 7ºC, com máxima de 9ºC e mínima de 4ºC (sensação térmica). Possibilidade de chuva foi considerada pela organização, também formos alertados a levar roupas “pesadas”, pois o frio estaria “presente” durante o dia todo. Outra coisa que chamou a atenção de todos: neve não estava descartada!!! Encontrei o meu amigo Antonio Melquisedech, vencedor da promoção cujo premio seria a inscrição para a prova, com direito a cobertura fotográfica exclusiva antes, durante e após o evento. Depois disso, discorreram sobre o regulamento, os critérios de classificação, a cronometragem por meio de chip descartável, a obrigatoriedade em utilizar a camiseta da prova, o translado que seria oferecido aos inscritos e o transporte a parte para os acompanhantes. A prova seria realizada nas dependências do Parque Nacional dos Glaciares, portanto, seria necessário adquirir o ticket de acesso ao parque (não estava incluso na inscrição). Passadas todas as orientações, bem como dirimidas as dúvidas de alguns atletas, a reunião durou aproximadamente uma hora. Os organizadores desejaram uma excelente prova a todos e encerraram o congresso técnico.
Congresso Técnico
Antonio Melquisedech sendo entrevistado pela WebRun
Ana e eu
Em seguida, combinei com a Ana de jantar às 21h00min, fomos num restaurante próximo, indicado por ela (aliás, não precisei me preocupar muito com isso, pois a Ana, ainda no Brasil, já havia pesquisado diversos lugares e conhecia praticamente a cidade inteira – risos). O meu pedido foi um prato ravióli ao molho com carne de cordeiro (tradicional na região). Foi um jantar muito agradável, pude conhecer um pouco mais a respeito da Ana e de suas viagens ao redor do mundo, inclusive me deu várias dicas, todas devidamente anotadas (risos). Após o jantar, retornamos aos respectivos hotéis, pois teríamos um dia longo pela frente (o motivo que nos levou até lá!). Antes de dormir, preparei a mochila com tudo que ia levar, assim teria menos trabalho ao despertar, e também o risco de esquecer alguma coisa seria menor. Apesar de largada estar marcada para as 11h00min, o translado até o local da prova partiria entre 08h00 e 08h20min, portanto, um atraso significaria um grande prejuízo, visto que a distância até o Parque Nacional dos Glaciares era de cinquenta quilômetros.

Jantar na companhia da Ana
Ravioli com carne de cordeiro (jantar na véspera da prova)
Acordei as 06h30min, tomei um café reforçado, me troquei e fui para o local da saída dos ônibus (em frente ao Hotel Los Alamos). Ainda estava escuro, devo lembrar que os dias amanhecem após as 08h00min, o que me confundiu bastante, afinal, nunca passei por situação semelhante no Brasil. Encontrei a Ana, e dali fomos juntos na van que nos levou ao Parque Nacional dos Glaciares. Ela estava muito ansiosa, mal conseguira dormir pensando na prova, não era para menos, afinal, por ser a primeira edição, não tínhamos referência alguma a respeito do que viria pela frente. Ao contrário, eu dormi feito uma “pedra” (risos), independente do que poderia acontecer, sabia que uma noite bem dormida seria fundamental para estar com disposição para enfrentar os obstáculos daquele dia. A paisagem que vimos pelo caminho foi fascinante, havia de tudo: nascer do sol, arco-íris, a beleza do lago argentino, tudo numa estrada praticamente deserta, numa questão de minutos todo aquele cenário mudou...as nuvens que até então eram leves, passaram a ficar escuras e carregadas, o sol já não aparecia, um horizonte denso, a cada quilômetro percorrido mais escuro ficava, a estrada, que antes era cercada por uma vegetação baixa e “queimada”, passou a ser ocupada por grandes montanhas, todas cobertas de neve em seus picos, dando um contorno de filme de terror. Parecia que havíamos entrado em outra dimensão, mas aquela região havia muito dessas mudanças repentinas, o que tornava o lugar único e dar uma espécie de “charme sombrio”.
Ana e eu antes da prova
Tomando Powerade
Pórtico de largada
Ao chegar ao Parque Nacional dos Glaciares, nem precisamos descer da van para entregar os ticket, um funcionário do parque entrou na van para efetuar a retirada dos ingressos. Já nas dependências do parque, ainda percorremos de van mais vinte e cinco quilômetros até o local da concentração do evento. Ali pudemos perceber como seria o percurso, com subidas e descidas leves, o solo molhado por conta da garoa que cobria a região. Chegamos ao local da largada e rapidamente entramos numa cafeteria (aliás, para proteger do frio, todos os atletas entraram). Estava muito frio, gelado, já que garoa fina, vento, além de estarmos próximo a geleira “Perito Moreno”, uma espetacular obra da natureza. Momentos antes da largada, tirei muitas e muitas fotos, pois aquele momento era único, valia a pena enfrentar o frio. Vamos agora ao que realmente interessa: MEIA MARATONA DOS GLACIARES!!!
Eu
Eu
Eu e o Antonio
A largada ocorreu sem atrasos, as 11h00min, a minha proposta para a corrida era curtir cada momento da melhor forma possível. Portanto, em nenhum momento pensei em performance, o meu objetivo ali foi vivenciar e registrar cada “pedacinho” do lugar. Com a câmera fotográfica na mão, iniciei de maneira bem tranquila, parando a todo instante para fotografar. A garoa já havia parado, apesar do tempo “fechado”, não sentia frio, o fato de estar em movimento foi o suficiente para me manter aquecido. A Ana seguia no mesmo ritmo, em alguns momentos eu parava para fotografá-la, o lugar era fantástico, uma paisagem atrás da outra. Passamos pelo “retorno” dos atletas dos 10Km, foi aí que ficamos mais “isolados” ainda, não víamos ninguém num raio de trezentos metros, parecia uma corrida “particular” ou um “treino de luxo”, enfim, eu estava adorando aquela sensação, diferentemente da maioria das provas, onde as pessoas disputam espaço e muitos inconvenientes acontecem. Ainda correndo em companhia da Ana, cruzamos a metade da prova (10,5Km), onde pudemos presenciar duas três cenas simultâneas: um arco-íris, raios de sol e pequenos flocos de neve, tudo isso somado a uma exuberância natural, que era as montanhas e a grande geleira no horizonte. Aquilo era um verdadeiro cartão postal, uma pintura dos deuses, um lugar intocado pelo ser humano. Realmente torço para que continue assim.
Ana e eu momentos antes da largada
Largada da Media Maratón del Glaciar
No percurso
O retorno foi tranquilo, parecia que estava correndo sozinho, encontrei algumas pessoas pelo caminho que se ofereciam para me fotografar, em troca eu também os fotografavam. Uma dessas pessoas foi a Leila, uma argentina muito simpática, o outro foi o Sr. Pablo, residente de Córdoba, também na Argentina. A grande surpresa ficou para os metros finais, já que seriam 400 metros de subida íngreme em zigue-zague, para quem já havia corrido mais de vinte quilômetros, foi mais um grande desafio a ser superado. Assim que avistei o pórtico de chegada (a uns 100 metros) o meu nome foi anunciado pelo locutor: “Aquí viene el atleta de Brasil, Daniel Gonçalves”, finalizei a Meia Maratona dos Glaciares com o longo tempo de 2h27min (por tudo o que vi, poderia ter demorado mais a terminar – risos). Recebi a medalha diretamente de uma representante da organização, havia frutas e isotônico a disposição. Não sentia frio, a adrenalina estava a mil, porém, a medida que o corpo ia “esfriando”, passei a sentir a baixa temperatura ambiente, não via a hora de colocar roupas secas.
Percurso
Outro trecho da prova
Metade da prova concluída
Farei algumas considerações a respeito da logística do evento: a inscrição foi toda realizada pela internet, um formulário preenchido no site da prova e direcionado para um administrador dos pagamentos (uma espécie de Ativo.com), fiquei um pouco desorientado a respeito da confirmação da inscrição, apesar de ter recebido um email com a confirmação do pagamento, ainda carecia de um email com a efetivação da inscrição (esses emails que recebemos até o número de peito). O percurso foi bem sinalizado, a marcação por quilômetro estava bem visível, bem como a distribuição de água e isotônico, em todos os postos. Eles poderiam ter caprichado mais na arte da medalha, achei bem simples. Também demorou muito a sair a lista de atletas inscritos, por trata-se de um evento com apenas 300 (trezentos) participantes, a organização compensou isso com a agilidade na divulgação dos resultados (no dia seguinte). No mais, a organização esteve de parabéns, pois conseguiu reunir pessoas de oito países para um evento inédito.

Parando para ser fotografado
Posto de hidratação
Bela paisagem
Aguardei pouco mais de uma hora até o horário em que os ônibus levariam os atletas de volta a cidade. Fui conversando com a Ana e com o Sandro (outro brasileiro que ganhou da inscrição da Web Run). Ao chegar ao hotel, por volta das 17h00min, tomei um merecido banho e aguardei até às 19h00min, pois haveria a cerimônia de premiação e encerramento, que seria realizada no mesmo local do Congresso Técnico. Tivemos um verdadeiro banquete, desde sopa, até carne, espetinhos, bolinhos, além de refrigerante e vinho, tudo gratuito, as pessoas estavam satisfeitíssimas, comida que não acabava mais. Nesse ínterim, ocorreu a cerimônia de premiação, nas categorias geral e faixa etária (os três primeiros), tanto no masculino quando no feminino. Enquanto a maioria estava distraída com a premiação, os salgados das mesas foram substituídos por doces de todos os tipos imagináveis, experimentei todos. A organização exibiu no telão um show de imagens da prova, além de um vídeo muito bem editado, enquanto que, no mesmo espaço, os fotógrafos comercializavam as fotos impressas aos interessados. A organização parabenizou todos os atletas, citou o sucesso alcançado e garantiu a próxima edição em abril de 2013. Regressei ao hotel, pois precisava descansar, pois ainda tinha o domingo pela frente.
Chegada
Eu e a Leila
Leia e eu
Abaixo mais fotos da prova e da cerimônia de encerramento:

Ana e eu posando com a bandeira mais linda do mundo
Cartão-postal
Percurso muito bom
Descidas e subidas
Mais fotos (nesse momento fazia sol)
Um lugar inesquecível
Tranquilidade no percurso

Glaciar Perito Moreno ao fundo
Brasileiros fazendo os 10Km
Nesse momento garoava no percurso

Mesa de doces na cerimônia de encerramento
Vinho, champagne e muito mais na cerimônia de encerramento
No próximo capítulo, contarei o meu inesquecível passeio ao Parque Nacional dos Glaciares, onde pude conhecer de perto as geleiras. Não percam o final dessa grande viagem!!!